Mostra Nacional de Música

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De 17 a 21 de outubro, a Escola Sesc de Ensino Médio recebe a primeira edição da Mostra Nacional de Música, projeto que busca fortalecer a diversidade cultural brasileira, incentivar trocas e intercâmbios, além de fomentar a circulação de grupos e artistas de nossa música, por meio de uma diversificada programação musical que inclui shows, intercâmbios e seminários.

Abaixo, você pode ver a programação para se organizar e não perder nenhuma das apresentações.

17/10 – TERÇA-FEIRA

19h – Apresentação de abertura – Orquestra Escola Sesc de Ensino Médio
19h30 – Trio Reserva (Maringá-PR)
20h30 – Grupo Coqueiro Alto (Campina Grande – PB)

18/10 – QUARTA-FEIRA

19h – Sons de Beira (Porto Velho – RO)
20h – Estela Ceregatti (Cuiabá – MT)

19/10 – QUINTA-FEIRA

19h – Pablo Fagundes (Brasília – DF)
20h – Camilla Campos (Aracaju – SE)

20/10 – SEXTA-FEIRA

19h – Grupo Água Viva (Rio de Janeiro – RJ)
20h – Arnou de Melo (Itajaí – SC)

21/10 – SÁBADO

19h – A Mesa (Vitória – ES)
20h – Muiraquimbó Orquestra (Santarém – PA)

A classificação é livre e a entrada é gratuita.

Venha prestigiar a nossa música e nossos artistas! Compartilhe com os amigos!

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Inscrição: Seminário Música Brasileira – Escola Sesc de Ensino Médio

Nos dias 17, 18, 19, 20 e 21 de outubro de 2017, a Escola Sesc de Ensino Médio receberá a primeira edição da Mostra Nacional de Música, um projeto que busca fortalecer a diversidade cultural brasileira, incentivar trocas e intercâmbios, além de fomentar a circulação de grupos e artistas de nossa música, por meio de uma diversificada programação musical que inclui shows, intercâmbios e seminários.

Ao longo dos cinco dias de evento, o palco do Espaço Cultural Escola Sesc recebe 10 grupos e artistas da música, representantes de todas as regiões do país, sendo 2 shows por noite, com o primeiro começando sempre às 19h.

Além das apresentações, a programação prevê também o Seminário Música Brasileira, nos dias 19 e 20 de outubro. O Seminário propõe um panorama das diferentes cenas musicais e realidades culturais das cidades e regiões representadas durante a Mostra. Serão dois dias de debates, com a participação de 5 artistas a cada dia, representando as diferentes regiões e trocando experiências e vivências sobre fazer música no Brasil, a partir de suas realidades locais.

A participação no Seminário não só é aberta aos alunos da Escola, aos estudantes dos cursos de música do projeto Uzina – Laboratórios em Arte, como também para você que não é estudante da Escola ou do curso de música do projeto Uzina.

Para isso, basta se inscrever, no formulário abaixo, até o dia 18/10, às 18h.

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Revista Clube de Espectadores – Outubro/2017

Já está disponível a edição online da Revista Clube de Espectadores do mês de outubro, com as programações da Mostra Nacional de Música, do Fórum Profissão Entretenimento, do projeto Arte da Palavra, além das informações sobre a exposição O Grande Veleiro

Você pode baixar a revista no link abaixo e saber todos os detalhes sobre a programação, inteiramente gratuita, do Espaço Cultural Escola Sesc.

Revista Clube de Espectadores – Outubro

Aproveite!

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Revista Clube de Espectadores – setembro de 2017

Já está disponível a edição online da Revista Clube de Espectadores do mês de setembro, com programações do Palco Giratório e da nona edição do Aldeya Yacarepaguá, bem como informações sobre a exposição O Grande Veleiro. Confira a programação do Espaço Cultural Escola Sesc e aproveite!

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Faça download do arquivo PDF aqui.

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Bandas de música no Sonora Brasil

Sonora Brasil

Consagrado como o maior projeto de circulação musical do país, o Sonora Brasil inicia no dia 28 de agosto, às 19h, sua temporada na Escola Sesc de Ensino Médio, em Jacarepaguá, em sua passagem pelo Rio de Janeiro, uma das 108 cidades do circuito nacional. Serão quatro apresentações acústicas, uma a cada dia, sempre às 19h. A entrada é gratuita.

O tema do projeto no Espaço Cultural Escola Sesc é Bandas de Música: formações e repertórios. Quatro formações distintas de bandas foram selecionadas: três representando os grupos tradicionais de ruas e praças e um representando o segmento da música de concerto, com repertório inspirado na sonoridade das bandas.

“O projeto busca despertar um olhar crítico sobre a produção e a difusão de expressões musicais identificadas com a história da música no Brasil. Todas as apresentações são essencialmente acústicas, valorizando a qualidade sonora das obras e de seus intérpretes. A maioria dos espetáculos é gratuita, ou tem preços populares”, explica Sylvia Lima, técnica de Cultura do Departamento Nacional do Sesc.

No dia de estreia a apresentação fica por conta da Corporação Musical Cemadipe (GO). Formada por jovens de Aparecida de Goiânia, a Cemadipe apresenta um repertório de marchas e hinos.

Na terça-feira, dia 29, a Sociedade Musical União Josefense, uma das bandas mais antigas de Santa Catarina, mostra um show com rico repertório regional, composto por dobrados e marchas religiosas.

Na quarta-feira (30) é a vez de ABandinha (AM) subir ao palco da Escola Sesc e mostrar a seleção de choros, maxixes, marchas-rancho e outros ritmos populares e regionais – fazem parte do conjunto músicos da cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas.

Por fim, no dia 31, o Quinteto de Metais da UFBA (BA) fecha com chave de ouro a passagem do Sonora Brasil pelo Rio de Janeiro: o quinteto de metais interpreta músicas de concerto, sob influências da sonoridade interiorana das bandas tradicionais.

Sobre o Sonora

Criado em 1998, o Sonora Brasil tem no seu DNA o trabalho de formação de novos ouvintes musicais. Com o objetivo de divulgar artistas que trabalham com músicas não comerciais e valorizar a cultura regional, o Sonora iniciou sua 20ª edição no dia 24 de maio, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG), com as apresentações dos grupos Samba de Pareia da Mussuca (SE) e Quinteto de Metais da UFBA (BA).

Desde sua criação, o Sonora Brasil já realizou 5.319 apresentações de 80 grupos, alcançando cerca de 520 mil espectadores. Até o fim de 2017, o projeto promoverá 420 concertos de música regional brasileira em 108 cidades, incluindo municípios fora dos grandes centros urbanos.

Atrações

Corporação Musical Cemadipe

Corporação Musical Cemadipe

A Corporação Musical Cemadipe é uma banda formada por jovens de Aparecida de Goiânia, cidade localizada na região metropolitana de Goiânia, capital do estado de Goiás. A criação do grupo, em 2005, ocorreu como uma proposta de educação musical baseada em referências comumente encontradas em cidades do interior do Brasil. No caso deste grupo, é realizado um trabalho bastante sistematizado e embasado teoricamente pelo fato de ter à frente um maestro/professor com formação acadêmica.

A história da banda tem origem no Centro de Educação Infantil Marista Divino Pai Eterno – Cemadipe, que, desde 2001, atua com projetos de cunho social, atendendo famílias do bairro Madre Germana com vistas à atenção a seus direitos no campo da Educação.

A proposta abarca cerca de 80 jovens que são organizados por níveis de rendimento, havendo um núcleo de 15, maiores de 18 anos, que reúne os mais produtivos e com perfil de profissionalização na área da música. Destes, os que não estão cursando faculdade de Música estão buscando esta oportunidade. São eles que compõem o grupo que circula no projeto Sonora Brasil.

Na composição do panorama apresentado no projeto, a Cemadipe representa as bandas civis que lidam com repertórios de marchas e hinos. Formada por naipes de metais e percussão, abordando repertórios de relevância histórica e com atenção especial a compositores goianos, o grupo também vai apresentar instrumentos de fanfarras e exemplos de seu repertório específico.

O grupo é formado por Bruno Bernardes, Hyago Tocach, Ismael Trindade e Lourrainy Cabral (trompetes), Jordânia Silva (trompa), David Souza (trombone), Alinne Sousa e Amanda Batista (flugelhorns), Wellington Lemos (eufônio), Cailton Silva (tuba), Bruno Augusto, Mauricio Silva, Rivenilson Silva e Matheus Cardoso (percussão), com regência do maestro Rogério Francisco.

 

Sociedade Musical União Josefense

Sociedade Musical União Josefense

Fundada em 1876, a partir da fusão de três antigas bandas, a Sociedade Musical União Josefense é uma das mais antigas do estado de Santa Catarina e está sediada na cidade de São José, na Grande Florianópolis. Formada por 28 músicos, desenvolve repertório variado, transitando por arranjos e adaptações de música popular e erudita, mas também domina repertórios tradicionais que envolvem marchas, hinos, dobrados e músicas ligadas a festividades religiosas.

Como tantas outras instituições musicais similares espalhadas pelo país, a União Josefense, organizada juridicamente como associação privada sem fins lucrativos, mantém-se através de doações e outras formas pontuais de captação de verba. Mantém uma escola de música que oferece aulas gratuitas de instrumentos de sopro e percussão a jovens maiores de 12 anos, atividade que tem como objetivos contribuir para a formação educacional dos alunos e, principalmente, garantir a longevidade do grupo através da renovação de seu quadro de músicos. Em março de 2016 a instituição recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial de São José.

No contexto do projeto Sonora Brasil seu papel é o de apresentar repertório composto originalmente para bandas de música com especial atenção aos dobrados e marchas religiosas, também cabendo ao grupo ilustrar a fase de transição na história das bandas quando se tornou habitual a inclusão de gêneros populares dançantes, típicos do ambiente das gafieiras.

O grupo é formado por Fábio Agostini Mello (flauta, flautim, saxofone soprano e tenor), Ney Platt (flauta, saxofone alto e tenor), Braion Johnny Zabel ( clarinete, sax alto), Rui Gilvano da Silva (clarinete), Jean Carlos da Silva Rodrigues e Orlando José Steil (trompetes), Carlos Felipe Andrade Schmidt (bombardino e trombone), João Geraldo Salvador Filho (tuba), Artur José Fernandes (trombone), Jean Leiria e Cristiano Canabarro Forte (percussão) sob a condução do regente Jean Gonçalves (clarinete e regência).

 

ABandinha

ABandinha

ABandinha é um grupo formado, em 2015, por músicos da cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, inspirado na Bandinha de Altamiro Carrilho, que era caracterizada como uma formação compacta, composta pelos naipes de madeiras, metais, percussão e um instrumento harmônico, no caso o banjo, e que nas décadas de 1950 e 1960 fez grande sucesso nas rádios tocando repertório de valsas, choros, maxixes, marchas-rancho e outros ritmos populares. A sonoridade do grupo e o repertório também fazem referência aos antigos ranchos carnavalescos que precederam os blocos de Carnaval e as escolas de samba no Carnaval carioca, dos quais Ameno Resedá é o mais lembrado até os dias de hoje.

Essa formação não teve o alcance territorial das tradicionais bandas de música, que são encontradas em todo o país, mas, especialmente na cidade do Rio de Janeiro, cumpriu importante papel como propagadora de um repertório tradicional que inclui alguns dos gêneros populares mais tocados na virada do século XIX para o século XX. Ofuscada pela popularização dos desfiles das escolas de samba e pelo sucesso das marchinhas, a partir da década de 1970 entrou em declínio, quase desaparecendo. Se hoje não existem mais os desfiles dos ranchos carnavalescos, fica o alento de podermos encontrar grupos que, inspirados em sua sonoridade, se mantêm atuantes garantindo a memória de seu repertório.

O Projeto Sonora Brasil inclui ABandinha em sua circulação com o propósito de trazer ao público um recorte muito específico derivado das bandas tradicionais de origem militar. Essas formações, de um modo geral, contavam com a participação de músicos oriundos dessas bandas e os repertórios ganharam contornos próprios à formação e ao contexto social no qual os grupos estavam inseridos. Faz parte do programa de concerto do grupo repertórios relacionados a festividades populares da região amazônica.

O grupo foi idealizado pelos músicos Rosivaldo Cordeiro (banjo) e Cláudio Abrantes (flauta) e é integrado também por Jonaci Barros (saxofone), Vadin Ivanov (clarinete), Rodrigo Nunes (bombardino), Paulo Dias (trompete), Carlos Alexandre (sousafone), Ronalto Alves “Chinna” (percussão).

 

Quinteto de Metais da UFBA

Quinteto de Metais da UFBA

Os conjuntos de câmara têm origem no século XVI, época em que se tornou uma prática a apresentação de pequenos grupos musicais nos castelos medievais europeus em situações sociais envolvendo a nobreza. Ao longo da história o quarteto de cordas, em sua formação clássica com dois violinos, viola e violoncelo, foi a formação que mais se consagrou neste âmbito, motivando compositores de todos os períodos históricos, estimulando a produção de vasto repertório.

O quinteto de metais tradicional é um conjunto de câmara formado por dois trompetes, uma trompa, um trombone e uma tuba, instrumentos que integram o naipe de metais das orquestras sinfônicas. Ele não teve a consagração alcançada pelo quarteto de cordas, e sua existência remonta a um período mais recente na história da música, seguramente não mais de 150 anos. Mas, ainda assim, é um dos conjuntos de câmara mais tradicionais no campo da música de concerto.

No Brasil é um fato incontestável que um grande número de instrumentistas de sopro, especialmente no naipe de metais, obteve sua formação musical de base nas bandas marciais – filarmônicas, escolares etc. Muitos, inclusive, são naturais de cidades do interior onde as sociedades musicais são, muitas vezes, o único ou o mais acessível caminho para quem deseja estudar música. Esse histórico cabe também ao Quinteto de Metais da UFBA, cujos integrantes vivenciaram exatamente este percurso.

A inclusão de um quinteto de metais nesta edição do projeto Sonora Brasil tem por objetivo apresentar repertórios compostos para esta formação, no âmbito da música de concerto, que apresentem influências da sonoridade interiorana das bandas tradicionais. Repertórios encontrados, de um modo geral, na obra de compositores que também vivenciaram este percurso como instrumentistas, partindo, posteriormente, ao estudo acadêmico dedicado à composição.

O grupo é formado pelos músicos Heinz Schwebel e Joatan Nascimento (trompetes), Lélio Alves (trombone), Celso Benedito (trompa) e Renato Pinto (tuba), todos professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

 

Saiba mais no site do Sonora Brasil.

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Resultado VII Concurso Jovens Dramaturgos

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Na edição 2017 do Concurso Jovens Dramaturgos, foram recebidos textos de jovens  de todas as regiões do Brasil. Ao todo, 89 inscrições foram realizadas, sendo 5 da Região Norte, 21 do Nordeste, 9 do Centro-Oeste, 46 do Sudeste e 8 do Sul do país. O resultado você confere abaixo:

Xeque-Mate – Leonardo de Castro – MS

A próxima parada é o sujo – Giovani Arceno – SC

O braço do pai – Rafael Barbosa – CE

O caso Vânia – Guilherme Teixeira – RJ

Se fosse setembro também seria saudade – Elisa Lemos – SE

Os cinco autores selecionados serão contemplados com uma residência artística no projeto Literópolis, que ocorre de 7 a 11 de novembro, no Espaço Cultural Escola Sesc. Além disso, cada um terá seu texto publicado em um livro com tiragem inicial de 1000 exemplares.

Parabenizamos cada um pela vontade e coragem de acreditar no seu talento! Continuem escrevendo histórias, imaginando cenários e construindo cenas.

 

 

 

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Som & Circo

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Respeitável público, é com grande alegria que anunciamos a primeira edição do Som & Circo!

No retorno das férias de julho, uma lona ocupa a Escola Sesc de Ensino Médio, trazendo diversas atrações para divertir, emocionar e festejar. Durante três dias, uma nova dinâmica se configura no campus para celebrar o convívio e viver a arte de forma fluída e lúdica.

Em 2017, os espetáculos irão priorizar a palhaçaria, com Cia. dos Palhaços (Curitiba), As Marias da Graça (Rio de Janeiro) e Palhaço Pepe Nuñez (Espanha / Florianópolis).

Diariamente contaremos com números do Senhor Palhaço (Rio de Janeiro) e, encerrando as noites, shows que farão todos dançarem: a brass band Orquestra Voadora (Rio de Janeiro), a fanfarra Damas de Ferro (Rio de Janeiro) e a sanfoneira Lívia Mattos (Salvador).

Pegue sua pipoca e garanta seu lugar na arquibancada, o espetáculo já vai começar!
Que rufem os tambores!

Livre. Grátis. Ingressos 1h antes.

PROGRAMAÇÃO

3 de agosto, quinta-feira
A partir das 17h

Espetáculo: Concerto Em Ri Maior, com os palhaços Wilson e Sarrafo – Cia. dos Palhaços

Uma comédia musical que surgiu em 2005 a partir de jogos de improvisação de palhaço com a música. Na peça, o maestro e palhaço Wilson Chevchenco apresenta um concerto baseado em sua origem russa e conta com a ajuda de Sarrafo, seu fiel amigo, para executar as obras de sua família e ser compreendido pela plateia, já que não fala o idioma português. O concerto conta ainda com um coral, que é integrado pelo público. Também são utilizados vários instrumentos como piano, violão, acordeom, gaita, castanholas e harmônica. A peça tem muita música, dança, improvisação, participação da plateia e, claro, muita palhaçada.

Concerto em Ri Maior - Crédito Nilton Russo

“Concerto em Ri Maior” (foto de Nilton Russo)

 

Números: Sr. Palhaço (Alexandre Hryhorczuk)

Apresenta números circenses que misturam elementos de malabarismo, equilíbrio e palhaçaria. Sr. Palhaço é ator há mais de 20 anos, atuando diretamente no desenvolvimento e produção de material cênico e circense. Além de apresentações artísticas, o Sr. Palhaço atua hoje como um dos mais importantes artistas do segmento.

Sr. Palhaço

Sr. Palhaço

 

Show: Orquestra Voadora

Formada em fevereiro de 2008 a partir de encontros em diversos blocos de carnaval de rua do Rio de Janeiro, a Orquestra Voadora alçou os primeiros voos pelas ruas da cidade apropriando-se do espaço público e dando início a uma renovação do conceito de fanfarras no Brasil.

Com a ideia de aproximar o tradicional formato das bandas de sopro e percussão a um repertório moderno e eclético, a brass band carioca surpreendeu ao apresentar inspiradas releituras de clássicos da música brasileira e mundial, e fazendo de suas performances verdadeiras catarses sensoriais.

Orquestra Voadora (foto de Michelle Murriêta)

Orquestra Voadora (foto de Michelle Murriêta)

 

4 de agosto, sexta-feira
A partir das 17h

Espetáculo: Bom Apetite, com o palhaço Pepe Nuñez – Pé de Vento Teatro

Espanhol e brasileiro, ingênuo e atrevido, adulto e criança, no espetáculo Bom Apetite, o ator Pepe Nuñez, nascido na Espanha e radicado em Florianópolis, faz um mergulho na arte do ator cômico. Reelaborando cenas e situações clássicas dos cômicos populares, e usando recursos da tradição cômico-circense, este palhaço com nariz vermelho e um estilo franco e descontraído, convida o público a participar ativamente das cenas compartilhando sempre o lado ridículo e inocente do ser humano.

Bom Apetite é um espaço de brincadeira, um espetáculo aberto, para todas as idades, jogos e cumplicidade marcam o compasso na orquestra que formam público e palhaço, e rindo de si mesmos, trazem à tona o que todos nós temos de mais irreverente, descontraído e ingênuo. No “cardápio” da peça, tem música, mágica, malabarismo, jogos coletivos e naturalmente, muito humor.

Palhaço Pepe Nuñez

Palhaço Pepe Nuñez

 

Números: Senhor Palhaço (Alexandre Hryhorczuk)

Apresenta números circenses que misturam elementos de malabarismo, equilíbrio e palhaçaria. Sr. Palhaço é ator há mais de 20 anos, atuando diretamente no desenvolvimento e produção de material cênico e circense. Além de apresentações artísticas, o Sr. Palhaço atua hoje como um dos mais importantes artistas do segmento.

 

Show: Damas de Ferro

A primeira fanfarra carioca formada por mulheres. Ao som de trompetes, trombones, saxofones, tubas, caixas e alfaias, apresentam repertório eclético.

 

Damas de Ferro

Damas de Ferro (foto de Bel Acosta)

 

5 de agosto, sábado
A partir das 17h

Espetáculo: Duas Palhaças, com as palhaças Indiana e Shoyu – As Marias da Graça

Duas palhaças com personalidades bem distintas, conversando sobre as questões existenciais da vida.

A amizade….

Em um momento uma manda e a outra obedece em outro momento a que manda, amolece…

Duas palhaças e o sentimento…

O choro, o toque, a distância e a aproximação.

Procuram entender o que os cabelos loiros de um Príncipe, têm a ver com os trigos de ouro….

E elas entendem.

Duas Palhaças

Duas Palhaças (foto de Piti Tomé)

 

Números: Senhor Palhaço (Alexandre Hryhorczuk)

Apresenta números circenses que misturam elementos de malabarismo, equilíbrio e palhaçaria. Sr. Palhaço é ator há mais de 20 anos, atuando diretamente no desenvolvimento e produção de material cênico e circense. Além de apresentações artísticas, o Sr. Palhaço atua hoje como um dos mais importantes artistas do segmento.

 

Show: Lívia Mattos

Lívia Mattos começou a sua carreira artística no circo, onde despertou o interesse pelo acordeom como recurso cênico. A partir de então incursionou no meio musical, em bandas e espetáculos, dando início, em 2008, ao seu trabalho solo. Estreou em palcos soteropolitanos, seguindo por shows em São Paulo, por meio de diversos projetos e espaços, como o Prata da Casa, no Sesc Pompeia; Catarse; Casa de Francisca; Virada Cultural de São Paulo; Projeto Viva Vila, dentre outros.

Dentro da sua busca sonora utiliza a sanfona como instrumento de criação e pesquisa, com a liberdade de transitar por influências cosmopolitas e regionais, apropriando-se do lirismo seresteiro, do baile caribenho, assim como de referências musicais que remetem ao universo circense e nordestino.

Lívia Mattos

Lívia Mattos (foto de Lara Lins)

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