Abril, Jazz!

María Toro Flamenco Jazz

María Toro Flamenco Jazz

O projeto é uma das novidades na programação do Espaço Cultural Escola Sesc e tem como proposta a realização de uma mostra de Jazz com shows aos sábados do mês de abril. Serão realizadas quatro apresentações musicais ao longo do mês, reunindo diferentes vertentes e formações dentro do estilo musical tema. Também será elaborada uma cenografia especial para os shows, visando remontar no palco do teatro o ambiente dos tradicionais clubes de Jazz. Neste contexto, os shows acontecerão em formato intimista, com o público acomodado em mesas dispostas no palco, dando um caráter diferenciado à fruição artística.

 

Confira a programação:

04 de abril, às 19h30 – André Vasconcellos

Local: Teatro

Capacidade: 80 lugares (distribuição de senhas a partir das 18h)

André Vasconcellos é uma referência do baixo no Brasil, sendo um dos sideman mais respeitados do país. Desde que chegou ao Rio de Janeiro, a convite de Djavan, trabalhou e gravou com grandes e renomados artistas nacionais e internacionais, tocando em turnês e em diversos festivais ao redor do mundo. Seus trabalhos incluem nomes de ponta como Djavan, Milton Nascimento, Gilberto Gil, João Bosco, Lenine, Banda Black Rio e gigantes do jazz como Hermeto Pascoal, Randy Brecker, Hamilton de Holanda, Leo Gandelman, entre outros.

Em 2015, André Vasconcellos comemora os 20 anos da carreira que o levou a ser reconhecido com um dos melhores baixistas do Brasil e, porque não, do mundo. Revisitando sua obra e enaltecendo compositores como Djavan, que o “lançou” para o mercado, André Vasconcellos solidifica cada vez mais sua posição como um dos ícones de seu instrumento.

 

11 de abril, às 19h30 – Afro Jazz

Local: Anfiteatro

Capacidade: 300 lugares

Integrado à programação do projeto Poética

 O show do AfroJazz é marcado por muitos grooves dançantes e tem como evidência a busca pela ancestralidade musical e cultural do continente africano, como também as suas mutações e desdobramentos desde a chegada dos africanos a outros países. A música africana foi essencial na história musical do Brasil e vem representada pelas influências que ela disseminou a partir da temática afro-brasileira. Como referência na música africana, Mulatu Astatke, Mongo Santa Maria, Guy Warren e Fela Kuti são citados em uma performance contagiante.

 

18 de abril, às 19h30 – María Toro Flamenco Jazz Project

Local: Teatro

Capacidade: 80 lugares (distribuição de senhas a partir das 18h)

 A Contraluz traz para o Brasil a essência da música abrangente de María Toro. Espanhola com uma destacada trajetória no flamenco e no jazz, combina o seu trabalho em companhias da Espanha e a Suíça com a sua carreira em Nova York, onde tem se apresentado com artistas de renome como Jack de Jonette ou Jorge Pardo nos palcos do Blue Note ou o Joe’s Pub. A Contraluz sintetiza as inquietações dela, sempre à procura constante de um som próprio nascido do flamenco mas influenciado pelo jazz e outras músicas populares. Toro incorpora a flauta no flamenco e cria uma linguagem única e pessoal que mergulha a plateia em um mundo desconhecido. O projeto é o resultado de muitos anos de pesquisa e criação, agora plasmados em onze músicas que oferecem o contraste dos sons de vanguarda do flamenco com a pureza mesma do antigo, e adiciona o sotaque brasileiro próprio dos músicos que acompanham a artista nessa aventura musical chamada A Contraluz.

 25 de abril, às 19h30 – Quinteto Idriss Boudrioua

Local: Teatro

Capacidade: 80 lugares (distribuição de senhas a partir das 18h)

 Idriss Boudrioua nasceu em Massy Palaiseau (França) e começou a estudar saxofone aos 11 anos de idade, no Conservatório de Arpajon, onde teve formação clássica. Com cinco anos de idade, teve o seu primeiro contato marcante com a música brasileira, através do filme de Marcel Camus, Orfeu Negro. Esse encontro foi determinante para que, no final de 1981, chegasse ao Brasil, onde passou a residir.

Em 2013, Idriss lançou mais um CD independente, o Base&Brass II, gravado nos estúdios Verde e Visom Digital. Com nove faixas, o álbum é dedicado ao saxofonista e amigo Íon Muniz, que faleceu em 2009. Ele é autor de “arrocho na boca”, música presente em praticamente todo o repertório de Idriss. “De tudo que aprendi de música, metade foi ouvindo o som do Íon”, recorda-se.

O músico também participou de duas edições do Rock in Rio, em 2011 e 2013.

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