P.E.R.I.F.É.R.I.C.O

De 15 a 20 de outubro

P.E.R.I.F.É.R.I.C.O. é o local de encontro, de trocas, entre artistas autônomos de cidades e países de língua portuguesa e espanhola. São artistas que trilham caminhos à margem dos modelos culturais canônicos. Periféricos são os motivos e os conteúdos dessas falanges solares. Periféricas são as atitudes e as razões sensíveis desses argonautas incansáveis, construtores de vias de acesso às novas sensibilidades, de ações radicais, de convivências artísticas não- convencionais e, sempre, olhando para o público como um parceiro.

O público é convidado a transitar por vários espaços que configuram a dinâmica arquitetônica do Espaço Cultural Escola Sesc e usufruir de mesas de debates sobre experiências culturais, colóquio sobre o teatro de H. Müller, apresentação internacional da Brigada Dada (México/Espanha/França), leituras dramáticas e lançamento do livro “Dramaturgias Latino-americanas” (Cuba, Venezuela, Bolívia e México), encontro entre editores de revistas de artes cênicas, apresentações de artistas de teatro e música de Sergipe, exposição fotográfica construída em ateliê sobre o desenrolar da programação do projeto, oficinas, conversas com os artistas, intercâmbios e atividades de extensão e diversão como, por exemplo, a “Noite de Parangolés”‘ no circo-pavilhão do Teatro de Anônimo.

Todos aqueles que estão dispostos a sair dos padrões convencionais de consumo cultural, que buscam diversão e reflexão – como alude B. Brecht no seu teatro dialético – podem chegar; pois, serão instigados para as possibilidades de uma vida inquieta e criativa. A vida periférica, essa mesma onde os praticantes culturais, os artistas do fazer, as comunidades de ideias, a gente comum, inventam o cotidiano, como quer M. de Certeau.

Periférico é uma programação insinuante, errante, “só para os raros”, como diz a tabuleta do teatro mágico que encantou o lobo da estepe, de H. Hesse. Nesses dias de outubro, esperamos por vocês que fazem a diferença no presente!

Sidnei Cruz

Assessor de Cultura da Escola Sesc de Ensino Médio

PROGRAMAÇÃO

  • Segunda-feira

15/10 – 10h às 18h – Ateliê de Fotografia – “Para que servem as imagens, quando elas falam entre elas”.

Ministrante: Francisco Kochen (México)

Faixa etária: a partir dos 16 anos

Carga horária: 40 horas

Nº máximo de participantes: 20 vagas

Um atelier de fotografia realizado a partir da programação do projeto. Constituído por uma etapa prática, onde os alunos farão o registro das atividades, e outra de discussão coletiva com o objetivo de editar o material que será exposto no decorrer da programação, formando a Exposição Registros Periféricos.

Francisco Kochen é mexicano, começou sua atividade como fotógrafo em Lyon, França, onde apresentou a exposição “Un autre Realité”. Voltou ao México em 1991 e desde então tem trabalhado como fotógrafo editorial para os principais Museus e editoras do país, como “Museo de Arte Moderno”, “Museo Nacional de Arte”, “Museo de Bellas Artes”, entre outros. No exterior colaborou com os museus: “Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, MOMA, “Musée de Beaux arts du  Canada” e LACMA.

15/10 – 10h – Seminário Cultura periférica

Seminário Cultura periférica

Um espaço de compartilhamento de práxis cultural através do olhar de profissionais que criam, coordenam e desenvolvem projetos, espaços, idéias e conceitos ligados às periferias, sejam geográficas, culturais ou sociais.

Projetos que desenvolvem as periferias.

Palestrantes: Usina de Cidadania – Patricia Zampiroli (RJ) e Projeto Vivências Periféricas – Wellington Dias (RJ). Mediação: Tahiba Chaves

15/10 – 13h – Oficina de Teatro em Espanhol

Ministrante: Darío Galo (Espanha)

O objetivo do curso é aprender ESPANHOL através da linguagem do TEATRO em ESPANHOL. Elementos a serem trabalhados:

  • Jogos teatrais que ajudam a unir diversão e aprendizagem, para poder desinibir-se no idioma que ainda não se domina.
  • Interação contínua entre os alunos, que se ajudam uns aos outros.
  • Prática unida a teoria desde o princípio até o final das aulas. As atividades teatrais serão como uma matéria transversal que atravessa o estudo de espanhol de forma complementária, de tal forma que tudo o que foi aprendido será praticado de uma forma direta e lúdica com o teatro.
  • Cenas teatrais, com as quais se aprenderá além do idioma, valores  transmitidos pelos textos de autores universais como Federico García Lorca, Antonio Buero Vallejo, Ramón María del Valle-Inclán,  José Sanchís Sinisterra.

 

Darío Galo é ator e diretor com 15 anos de experiência, tem bacharelado em Interpretação (Instituto do Teatro, Centro Andaluz del Teatro. Sevilha – Espanha, e formação em Direção Teatral em ESCÉNICA (Centro de Estudos Cênicos de Andalucía) em Sevilla e Granada.

15/10 – 14h30 – Grafitação

Criação, produção e intervenção de grafitti visando a inauguração de uma Galeria Urbana.

Grafiteiros:

Afa: Miguel Afa nascido e ainda morador do Complexo do Alemão, ainda adolescente teve seu primeiro contato com o graffiti e a arte, em 2001.E essa paixão pelas cores e formas mudou completamente sua vida, a partir daquele momento. O “wildstyle” é uma das suas melhores técnicas. Há agressividade nos traços, o que reflete, em parte, quem ele é e o que está ao seu redor. Afa ainda trabalha com projetos sócias, que ensinam arte, graffiti e cidadania para jovens de comunidades carentes, por acreditar que a arte transformou sua vida pode ter o mesmo impacto na vida de outros jovens.

Airá O’Crespo: É MC e grafiteiro atuante em diferentes áreas, como Produção Cultural, Publicidade e Moda. Experiente no campo Audiovisual em clipes e filmes, além de reportagens e performances para canais nacionais e internacionais, especializando-se em Muralismo é atualmente o grafiteiro com pinturas em maiores dimensões na cidade. Experiente com Arte-Educação deu aula em instituições como o AfroReggael e participou da concepção de projetos para organizações como SESC, Red Bull, Instituto Invepar e Secretaria de Educação do Estado

Anarkia: possui um trabalho autobiográfico que pensa em provocar e polemizar através do processo artístico de convivência com a rua as verdades instituídas por nossa civilização, em especial em relação ao corpo feminino, à sexualidade, à subjetividade, analisando as relações de poder e colocando a arte como o próprio estilo de vida. É Bacharel em Pintura pela prestigiada Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e hoje cursa o Mestrado no Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), na linha de processos artísticos contemporâneos. Eleita em 2012 ao lado de mulheres ilustres como Angelina Jolie, Michelle Bachelet e Cindy Sherman como uma das 150 mulheres que estão bombando no mundo, Panmela já pintou em cidades como Paris, Nova York, Toronto, Praga, Viena, Berlin, Johanesburgo, Istambul e Washington DC.

Ment: Carioca, nascido no Rio de Janeiro em 03/03/1977, cresceu na Vila da Penha, bairro do subúrbio carioca, residente na cidade do Rio de Janeiro, artista plástico auto-didata, escritor de graffiti, ilustrador e arte educador. Um dos pioneiros na cena do Graffiti no Rio de Janeiro atua em diversos projetos como educador desde 1998 e em algumas das principais manifestações envolvendo o graffiti no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil desde então.

Brutto: João Adnet, vulgo “Brutto”, carioca, nascido e criado na Freguesia – Jacarepaguá, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, artista plástico, designer gráfico e escritor de graffiti. Atua desde 2006 na cena do graffiti no Rio e em outras cidades do Brasil, como São Paulo e Espírito Santo, e também realizando serviços profissionais usando a técnica do graffiti pra decoração de ambientes e customização de objetos, tanto em residências quanto em empresas. Criador de um projeto chamado Quarta Under, que promove de forma gratuita, semanalmente o movimento hip hop em Jacarepaguá. Desenvolveu projetos e trabalhos para empresas como 2surf, Camarim das artes, Editora Abril, Cultura Inglesa, entre outros.

15/10 – 14h30 às 18h – Ateliê de DJ – Fuego: no museke, na laje.

Ministrante: Jean Mafra (PA/SC)

Faixa etária: a partir dos 14 anos

Carga horária: 16 horas

Nº máximo de participantes: 20 vagas

Fuego: no museke, na laje é um painel variado das cenas contemporâneas das periferias de Luanda (Angola), Belém do Pará e Rio de Janeiro (Brasil), Bogotá (Colômbia), Monterrey (México), etc… Apresentado em forma de ateliê de discotecagem, uma espécie de caixa de ferramentas para se criar o ambiente de festa. A partir das informações, de insubordinação diante da indústria fonográfica e de suas regras, de alegria diante das mazelas, é possível pensar o que ainda poderá ser chamado de tradição…

 

Jean Mafra é músico, produtor e dj. Escreve sobre música através de seu blog (Jean Mafra em minúsculas) e em outras. Atualmente reside em Florianópolis e se dedica a pesquisa de músicas produzidas nas periferias de Luanda, Rio de Janeiro, Belém do Pará, Monterrey e outras. Através dos ritmos oriundos destas cenas (kuduro, tamborzão, eletro-brega e outros), vem experimentando em seu trabalho, no qual é acompanhado pelo Bonde Vertigem.

15/10 – 14h30 – Encontros periféricos: Encontro de palhaços de hospital – Bando de Palhaços (Doutores da Alegria), Enfermaria do Riso, Cia PuntoClown (Espanha)

*Necessita reserva prévia de lugares.

15/10 – 18h30 – Espetáculo Pela Janela – Grupo Caixa Cênica (SE)

Em sua narrativa, espetáculo “Pela Janela” do Grupo Caixa Cênica apresenta a intimidade de um casal, desgastada pela falta de compreensão de ambas as fragilidades, que é apresentada numa manhã de um domingo chuvoso, num quarto pequeno, de um canto qualquer. Ela e ele, personagens sem nomes próprios, mas únicos e centrais do drama, quase não trocam frases entre si, apesar de compartilharem a clausura de uma vida a dois que não conseguem abandonar. Cada qual, sugerindo um diálogo pautado por claves de diferentes tons, apresenta de forma semi-solitária os anseios corrosivos de sua vida fantasiada, manchada por ranhuras amargas e aeradas por sopros desesperados de mudança. Entre as palavras vociferadas, o silêncio é interrompido apenas pelo angustiante barulho da chuva, chuva, chuva…

Na discreta, porém forte e contundente, montagem do Grupo Teatral Caixa Cênica, a peça ganha contornos singelos e contraditoriamente arrebatadores e violentos. A opção estética voltou-se para o desbotamento da imagem, como memória antiga esquecida entre poeiras e traças, que é desvelada a cada passagem furiosa do “vento”.

Ficha técnica: Realização: Grupo Caixa Cênica/ Co-direção: Maicyra Leão/ Com: Diane Velôso e Thiago Marques/ Direção técnica e operação de luz e som: Denver Paraizo/ Trilha sonora: Alex Sant’Anna, Alisson Couto e Leo Airplane/ Figurino: Erick Marinho/ Cenário: Grupo Caixa Cênica/ Fotografia: Zak Moreira e Marcio Lima/ Designer gráfico: Thiago Macedo/ Captação de áudio e vídeo: Fábio Rogério e Maicon Rodrigues/ Edição de DVD: Lu Silva/ Produção: Leila Magalhães/ Coordenação geral: Diane Velôso

Duração: 90 minutos | Classificação: 16 anos |Gênero: Drama | Lugares: 50 lugares

*Necessita reserva prévia de lugares.

  • Terça-feira

16/10 – 10h – Seminário Cultura periférica

Um espaço de compartilhamento de práxis cultural através do olhar de profissionais que criam, coordenam e desenvolvem projetos, espaços, idéias e conceitos ligados às periferias, sejam geográficas, culturais ou sociais.

Experiências de trabalho com e na periferia.

Palestrantes: Tribos de Atuadores Oi nóis aqui traveiz – Paulo Flores e Tânia Farias (RS) e Attitude Coletiva.  Mediação: Viviane da Soledade.

16/10 – 13h – Oficina de Teatro em Espanhol

16/10 – 14h30 – Encontros Periféricos: conversa sobre Heiner Müller – Leonardo Munk (RJ), Paulo Flores e Tânia Farias(RS), Mediação: Raphael Viana (Sesc/DN).

*Necessita reserva prévia de lugares.

16/10 – 14h30 – Grafitação

16/10 – 14h30 – Ateliê de DJ

16/10 – 16h – Leituras Periféricas

Ciclo de leituras e lançamento da publicação de textos traduzidos da língua espanhola, inéditos no Brasil.

Direção: Sidnei Cruz

Atores: André Frazzi, Bruno Ganem, Deborah Bapt, Renato Perez, Samuel de Assis e Sarah Marques.

Papai está na Atlântida de Javier Malpica (México)

O diálogo lúdico entre dois irmãos, de 08 e 11 anos, retrata una situação social típica de alguns estados mexicanos: a imigração de homens para os Estados Unidos.

Duração: 90 minutos | Classificação: 14 anos |Gênero: Drama| Lugares: 50

*Necessita reserva prévia de lugares.

16/10 – 18h30 – Espetáculo Inaptos – Teatro de Anônimo (RJ)

Sob atmosfera lúdica e fantástica, “Inaptos?” aborda os vícios, manias e perversões da sociedade: da compulsão por plástico-bolha aos loucos por cirurgias plásticas e substâncias químicas, passando pelos viciados em games, televisão e fanáticos por religião.

Palhaços: Fábio Freitas, João Carlos Artigos e Shirley Britto / Direção e dramaturgia: Adriana Schneider / Criação e material dramatúrgico: Adriana Schneider, Fábio Freitas, João Carlos Artigos e Shirley Britto / Assessoria técnica em palhaçaria: Ricardo Puccetti / Assessoria técnica em mágica: Mágico Rossini / Figurino: Patrícia Muniz / Consultoria em cenografia: Christiane Caetano e Dodô Giovanetti / Adereços: Dodô Giovannetti / Iluminação: Luiz André Alvim e Guiga Ensa / Técnicos: Dodo Giovanetti e Hector Carranza / Direção musical: Ricardo Cotrim / Direção de produção: Flávia Berton e João Carlos Artigos / Realização: Teatro de Anônimo

Duração: 80 minutos | Classificação: 16 anos |Gênero: Comédia | 100 lugares

*Necessita reserva prévia de lugares.

  • Quarta-feira

17/10 – 10h – Seminário Cultura Periférica

Um espaço de compartilhamento de práxis cultural através do olhar de profissionais que criam, coordenam e desenvolvem projetos, espaços, idéias e conceitos ligados às periferias, sejam geográficas, culturais ou sociais.

Espaços periféricos, o desenvolvimento cultural local

Palestrantes: Casa Rua da Cultura – Lindemberg Monteiro (SE) e Centro de Artes da Maré – Lia Rodrigues. Mediação: Sidnei Cruz.

17/10 – 13h – Oficina de Teatro em Espanhol

17/10 – 14h30 – Grafitação

17/10 – 14h30 – Ateliê de DJ

17/10 – 14h30 – Encontros Periféricos: Revistas de artes cênicas: Atos de resistência. Conversa com Paulo Flores e Tânia Farias (Cavalo Louco – Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz – RS), Antonio Guedes (Folhetim – Pequeno Gesto – RJ) e Flávia Berton ( Anjos – Teatro de Anonimo – RJ)

*Necessita reserva prévia de lugares.

17/10 – 15h – Projeto Escola – Bairro Criativo: apresentação de números cômicos da Cia. PuntoClown (Espanha) e Compagnie Janvier (França) em escola pública parceira: C.E. Monsenhor Miguel de Santa Maria Monchon

17/10 – 16h – Leituras Periféricas – Daniel e os Leões de Daniel Casas (Cuba)

Daniel se encontra em coma num hospital em Cuba. John o visita um mês antes de sua morte. Silvia, mãe de Daniel, permanece sempre ao lado da cama, cuidando do filho. John o acompanha até o último momento. A obra se estrutura a partir das intercessões entre um tempo-espaço desde o ponto de vista de Daniel (um ponto de vista dinâmico, aleatório, que evoca imagens da infância, adolescência, relações familiares ou sexuais, delírios) e um outro tempo-espaço do ponto de vista estático da espera de John e Silvia no quarto do hospital. O prólogo e o epílogo são escritos do ponto de vista de John, que diz ter encontrado as páginas com os diálogos da peça escondidas no travesseiro de Daniel.

Duração: 90 minutos | Classificação: 14 anos |Gênero: Drama| Lugares: 50

*Necessita reserva prévia de lugares.

17/10 – 18h30 – Espetáculo Sussuné, contos de mulheres negras – RJ / Colômbia

Com uma linguagem contemporânea, próxima ao teatro performático, propõe ampliar o olhar crítico do espectador levando à cena uma dramaturgia que se constrói na interseção entre a literatura afrocolombiana e a narrativa autobiográfica da intérprete, e que discute questões relativas à memória, identidade, territórios, etnias e pertencimento. A contemporaneidade, vigência e relevância temática fazem que esse encontro teatral incentive o exercício da cidadania e do respeito mútuo.

Ficha técnica: Contos: Amalialú Posso Figueroa / Tradução: Carolina Virgüez/ Dramaturgia: Emanuel Aragão / Diretor: Antônio Karnewale/ Atriz: Carolina Virgüez/ Músico: Michel Feliciano/ Cenógrafo: Marcelo Marques/ Figurinista: Marcelo Marques / Iluminador: Renato Machado/ Direção de movimento: Carmen Luz/ Trabalho vocal: Elena Konstantinovna/ Produção Executiva: Oficio Produções – Alexandre Mofati / Produção e realização: Glamour Produções Artísticas

Duração: 90 minutos | Classificação: 12 anos | Gênero: Monólogo / 100 lugares

*Necessita reserva prévia de lugares.

  • Quinta-feira

18/10 – 13h – Oficina de Teatro em Espanhol

18/10 – 14h30 – Grafitação

18/10 – 14h30 – Ateliê de DJ

18/10 – 14h30 – Encontros periféricos: Hablando a cierca de las artes – Carolina Virguez, Cia. PuntoClown (Espanha) e Compagnie Janvier (França) e Francisco Kochem (México) – atividade para alunos da ESEM. Mediação: Darío Galo.

*Necessita reserva prévia de lugares.

18/10 – 16h – Leituras Periféricas – Desaparecidos de Claudia Eid (Bolívia)

Quatro personagens procuram um modelo que reste do gênero masculino para compreender o que seria o relacionamento entre homem e mulher. Aparentemente, os pais, maridos, noivos ou namorados e quase tudo o que os lembre desapareceram, com exceção de um trauma, de um choque, sem que se possa dar sentido a tal desaparecimento.

Duração: 90 minutos | Classificação: 14 anos |Gênero: Drama| Lugares: 50

*Necessita reserva prévia de lugares.

18/10 – 21h – Noite de Parangolés – Parceria com Teatro de Anônimo (RJ)

Noites de Parangolé é uma festa que traz em seu cardápio sempre uma novidade, além de comidas e bebidas saborosíssimas servidas por garçons performáticos, música ao vivo, pista de dança, números circenses e de humor, o que permite que cada noite seja uma experiência única.

Local: Espaço Teatro de Anonimo – Fundição Progresso – Rua Arcos da Lapa, 24 – Lapa

Ingressos: 15 reais – lista amiga, meia entrada – para estudantes e maiores de 65 anos / 30 reais – inteira

* Promoções para membros do Clube de Espectadores

  • Sexta-feira

19/10 – 13h – Oficina de Teatro em Espanhol

19/10 – 14h30 – Grafitação

19/10 – 14h30 às 15h30 – Encontros Periféricos: Escolas latino-americanas de comunicação popular: encontro virtual por streaming com as escolas da Guatemala, Venezuela, Cuba, Colômbia. Mediação: Reinaldo Santana.

*Necessita reserva prévia de lugares.

19/10 – 14h30 – Ateliê de DJ

19/10 – 16h – Leituras Periféricas– Dois amores e um bicho de Gustavo Ott (Venezuela)

Escrita em um estilo cheio de instabilidades narrativas, DOIS AMORES E UM BICHO tenciona um atentado a bomba contra um jardim de infância, um pai de família que matou seu cão a pontapés por considerá-lo homossexual, um jardim zoológico que vai ganhando dimensões de universo ou laboratório experimental da criação do mundo, a repressão policial das ditaduras latino-americanas, um passado de terror, um presente de apequenamento do desejo, de apaziguamento da utopia, de conformismo pequeno-burguês com o logro econômico da classe média, e um futuro incerto.

Duração: 90 minutos | Classificação: 14 anos |Gênero: Drama| Lugares: 50

*Necessita reserva prévia de lugares.

19/10 – 18h30 – Espetáculo Brigada Dadá – La Compagnie Janvier (França) e Compañia Punto Clown (Espanha)

Três inspetores autodidatas são recrutados para uma investigação surpreendente e muito original, encontrando problemas a todas em todas as pistas. Esta Brigada dadá nos dá a segurança da poesia, a única solução real, ainda que efêmera, como prevenção de segurança em uma sociedade que prefere investir em câmeras de vigilância!

Ficha técnica: Atores criadores: Haydeé Bañales (México), Sergio Claramunt (Espanha) e Christophe Dussauge (França) / Direção de atores e encenação: Luisa Gaillard Sánchez / Desenho de luz e cenografia: Jean Mary Feynerol / Figurino: Patricia de Petiville / Fotografia e vídeo: Jordi Pia.

Duração: 60 minutos | Classificação: Livre| Gênero: Comédia / 600 lugares

  • Sábado

20/10 – 13h00 – Almoço no Quilombo

Almoço comunitário que será realizado em Quilombo remanescente de Jacarepaguá.

Vagas: 60 vagas

20/10 – 13h00 – Oficina de Teatro em Espanhol

20/10 – 16h00 – Exibição do documentário: “Viva a favela, um documentário em construção” – Viva Rio

Viva Favela é um projeto do Viva Rio, cuja experiência com atividades e propostas relacionadas ao jornalismo cidadão tem mais de 10 anos de história. Sua proposta central visa à integração social e à inclusão digital. Na internet, é um site colaborativo cujo conteúdo é produzido por correspondentes comunitários, que são comunicadores moradores de favelas e periferias urbanas do país. Fora da web, o projeto oferece também oficinas para a formação de correspondentes multimídia.

Ao longo do processo de produção coletiva, o grupo de realizadores teve encontros com cineastas como Sérgio Goldenberg, João Moreira Salles e Fábio Gavião.

Coletivo de Realizadores: Bete Silva, Cláudio Pereira, Daniella Guedes, Fabiana Oliveira, Fernando Mascote, George Araújo, Igor Costa (Bola), Jéssica Andrade, Juliana Portella, Landa Araújo, Marcelo Monteiro, Marciano Rodrigues, Mariana Gago, Nando Dias, Raquel Oliveira, Renan Schuindt, Renato Oliveira, Tati Carvalho, Tony Barros, Viviane Oliveira e Walter Mesquita.

Coordenação: Mayra Jucá

Direção de Fotografia: Felipe Varanda

Edição: Pablo Pessanha

20/10 – 18h00 – Inauguração da galeria a céu aberto – Airá O’Crespo, Ment, Anarkia, Afa, Brutto e apresentação do Ateliê de DJ

20/10 – 18h30 – Show Banda dos corações partidos (SE)

O repertório parte de canções lúgubres como “Melhor Assim” e “E Se Amanhecer”, passando por marchas-ranchos como “Mataram a Carta de Amor” e “Nós e Laços”, findando com os sambas “Não volte Mais” e “A Ultima Vez”. É este show mergulhado em canções doloridas, mas que despertam no público sensações distintas como melancolia e excitação.

Ficha Técnica: Vocal: Diane Veloso/ Guitarra: Marreta/ Baixo: Plástico Jr./ Cavaco e Bandolim: Aragão / Acordeon e Teclado: Leo Airplane/ Bateria: Josimar Santos / Iluminação E Operador De Luz: Sergio Robson / Técnico De Som: Eduardo / Cenário: Ilka Veloso/ Produção: Leila Magalhães/ Selo: Disco De Barro

Duração: 60 minutos / Classificação: Livre / Gênero: Música

 

O repertório parte de canções lúgubres como “Melhor Assim” e “E Se Amanhecer”, passando por marchas-ranchos como “Mataram a Carta de Amor” e “Nós e Laços”, findando com os sambas “Não volte Mais” e “A Ultima Vez”. É este show mergulhado em canções doloridas, mas que despertam no público sensações distintas como melancolia e excitação.

Ficha Técnica: Vocal: Diane Veloso/ Guitarra: Marreta/ Baixo: Plástico Jr./ Cavaco e Bandolim: Aragão / Acordeon e Teclado: Leo Airplane/ Bateria: Josimar Santos / Iluminação E Operador De Luz: Sergio Robson / Técnico De Som: Eduardo / Cenário: Ilka Veloso/ Produção: Leila Magalhães/ Selo: Disco De Barro

Duração: 60 minutos / Classificação: Livre / Gênero: Música

 

Anúncios
Esse post foi publicado em PERIFERICO. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para P.E.R.I.F.É.R.I.C.O

  1. Brenda Jaci disse:

    Gostaria de reservar um lugar para a palestra sobre Heiner Müller no dia 16/10, às 14:30h. Obrigada!

Os comentários estão encerrados.