Palco Giratório

O projeto Palco Giratório – Rede SESC de Difusão e Intercâmbio das Artes Cênicas – tem como principal característica a descentralização dos grandes centros urbanos dessa linguagem artística e as possíveis ações formativas geradas pelos grupos participantes.  O projeto promove uma infinidade de experiências estéticas em centenas de cidades de todos os estados brasileiros fomentando as artes cênicas e cria, por meio do Festival, um panorama de toda a sua programação, composta por 16 grupos de várias regiões do Brasil cujos trabalhos foram selecionados para circulação durante o ano corrente, no Circuito Palco Giratório.

O Festival Palco Giratório acontece, ao longo do ano, em várias cidades do Brasil como: Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo, Curitiba, Porto Velho, Recife, Fortaleza, Cuiabá e Rio de Janeiro, pois foi concebido para dialogar com os centros urbanos do país.

O  IV FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO JACAREPAGUÁ/BRASIL  acontece no Espaço Cultural Escola SESC, no período de 03 a 27 de maio de 2012, com apresentações gratuitas de 24 espetáculos de companhias teatrais de diversas cidades brasileiras.

 Durante um mês, o Espaço Cultural Escola SESC receberá grupos do Rio de Janeiro, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Brasília, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Santa Catarina com linguagem distintas (diferentes vertentes de teatro adulto, teatro de bonecos, de rua, infantil, espetáculos de circo e de dança), oferecendo oficinas, mesas de debate, intercâmbio entre grupos  e conversas após o espetáculo. Tudo inteiramente gratuito. Aproveite!

Programação:

03/05 – 18h30 – Espetáculo Caminhos – Laso Cia de Dança (RJ)

04/05 – 18h30 – Espetáculo Anjo Negro – Cia Teatro Mosaico (MT)

05/05 – 18h30 – Espetáculo Este lado para cima – Brava Companhia (SP)

06/05 – 18h30 – Espetáculo Roteiro Escrito com a Pena da Galhofa e a Tinta do Inconformismo –  Pausa Cia. (PR)

08/05 – 18h30- Espetáculo O que nos move – Laso Cia de Dança (RJ)

08/05 – Oficina / A ação teatral – do treinamento à cena com o Grupo Teatro Torto (RS) das 10h30 às 17h30

09/05 – 18h30 Espetáculo Dia Desmanchado – Teatro Torto (RS)

10/05 – 18h30 Espetáculo Cru – Cia Plágio de Teatro

10/05 – Oficina / Leitura e interpretação de texto dramático para entendimento e construção da personagem (Pequena Companhia de Teatro/MA) – das 10h30 às 17h30

11/05 – 18h30  Espetáculo Pai e Filho – Pequena Companhia de Teatro (MA)

12/05 – 18h30 – Espetáculo O campo – Direção de Filipe Vidal (RJ)

13/05 – 18h30 – Espetáculo Escapada – Cia Mário Nascimento (MG)

14/05 – Oficina/ Danças Populares Brasileiras (Cia. Mário Nascimento / MG) – das 10h30 às 17h30

15/05 – 18h30 Espetáculo Pólvora e Poesia – Hiperativa Comunicação e Cultura (BA)

15/05 – Oficina/ Um olhar sobre a Cultura Popular / GRUPO GRIAL DE DANÇA(PE) das 10h30 às 17h30

16/05 – 15h – Sarau TABERNA – uma “apresentificação” – Hiperativa Comunicação e Cultura (BA)

16/05 – 18h30 e 20h (nesse dia serão oferecidas duas sessões do mesmo espetáculo) – Espetáculo Travessia – Grial Cia de Dança (PE)

17/05 – 15h– Espetáculo A menininha – JLM Produções Artísticas (RJ)

17/05 – Oficina/ Criação Coreográfica (Laso Cia de Dança/ RJ) – das 10h30 às 17h30

18/05 – 18h30 – Espetáculo Cabeção de Nego – Laso Cia de Dança (RJ)

18/05 – 19h30 – Pensamento Giratório (mesa de debate) com Laso Cia de Dança e um mediador local

19/05 – 18h30 – Teoria da Involução – Cia. Marta Bastos (RJ)

20/05 – 17h – Espetáculo Vila Tarsila – Cia. DRUW (SP)

20/05 – Trocando em miúdos / Intercâmbio entre a Cia. Marta Bastos e a Laso Cia de Dança (RJ),  integrante do Projeto Palco Giratório 2012 – das 9h às  18h

22/05 – 18h30 – Espetáculo Instantâneos – Cia. dos Bondrés  (RJ)

23/05 – 14h –*Espetáculo Lambe-lambe – Cia Mútua (SC) na Usina da Cidadania – Manguinhos

*Esse espetáculo será específico para alunos e funcionários da Usina da Cidadania e para sócios do Clube de Espectadores. Serão disponibilizadas somente 20 vagas para os sócios do Clube de Espectadores que deverão se inscrever previamente pelo telefone 3214-7404.

24/05 – 18h30 – Espetáculo Um príncipe chamado Exupery – Cia Mútua (SC)

25/05 – 18h30 – Espetáculo Mulher sem Umbigo – Direção: Guilherme Siman (RJ)

26/05 – 18h30 – Espetáculo Oxigênio – Companhia Brasileira de Teatro (PR)

27/05 – 18h30 – Espetáculo O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas – Trupe Ensaia Aqui e Acolá (PE)

Release:

03/05 – 18h30 – CAMINHOS / LASO CIA DE DANÇA (RJ)

Com uma linguagem lúdica, a peça “Caminhos” revela os caminhos que o Homem trilha durante sua vida. Usando como principal objeto de cena mesas de madeira, a peça vai sendo construída e desconstruída. O cenário móvel participa da coreografia, tornando-se parte fundamental do contexto. A escolha da mesa como objeto simbólico deste espetáculo, deve-se ao fato da sua presença marcante na vida humana, pois nela aprendemos nossas primeiras lições, nos relacionamos em nosso trabalho, em nossa casa, nos almoços em família ou nas praças e bares com os amigos. A mesa é um objeto social, um apoio e uma grande ferramenta de estudos do comportamento.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral e artística: Carlos Laerte / Direção de Produção: Leila Meireles / Intérpretes: Maria da Lapa, Kelly Anacleto, Suelen Oliveira, Thatila Paganotti, Tiago Oliveira  e Lousianne Reis  / Maitre de Ballet:  Rubens Rocha / Dança Contemporânea:  Carlos Laerte / Desenho de luz: Ricardo Grings e Carlos Laerte / Fotografia: Robson Drummond / Criação de Figurino:  Mariana Sued / Trilha sonora:  Carlos Laerte, Fernando Lhama, DJ Marcão, Pedro Lima e André Agra /Cenotécnico:  Mauro Monteiro / Identidade Visual  Marcos Silveira

Duração: 55min | Classificação: Livre |Gênero: Dança Contemporânea

04/05 – 18h30 – ANJO NEGRO / CIA. TEATRO MOSAICO (MT)

Ismael é um homem rico, poderoso e de pele negra, que possui violentamente Virgínia, uma mulher linda e de pele branca, mas que é com ele casada a força. A trama da peça é sustentada pelo embate travado entre Virginia e Ismael, pois ela está sempre grávida contra a sua vontade, e por isso, ela vinga-se desta condição, assassinando cada filho negro que nasce do seu ventre. Mas Virgínia conhece Elias, um homem branco, cuja paixão à primeira vista impulsiona nela o desejo e a coragem para se tornar livre.

FICHA TÉCNICA

Texto: Nelson Rodrigues / Direção de Produção: Sandro Lucose / Assistente de Produção: Lauro Simão / Elenco: Deo Garcez, Celso Gayoso, Dani Ornellas, Daniela Leite, Genival Soares, Joana Seibel, Beatriz Napolitany, Milena Machado, Sandro Lucose, Raquel Mutzemberg, Rany Carneiro, Venício Souza / Direção de movimentos: Elka Victorino / Cenografia: Antônio de Pádua / Figurino: Pedro Lacerda / Maquiagem: / Direção musical: Genival Soares / Iluminação: César Germano  / Programação Visual: Maurício de Oliveira / Operação de áudio: Ricardo Porto / Operação de Luz: Lourivaldo Rodrigues / Costureira: Iolanda Silveira / Fotos e vídeo: Maurício Oliveira / Webdesign: Fabian Carlos / Técnico de luz: César Germano

Duração: 100 min | Classificação: 14 anos | Gênero: Tragédia

 

05/05 – 18H30 – ESTE LADO PARA CIMA / BRAVA COMPANHIA (SP)

A ordem e o progresso fundamentam o surgimento de mais uma cidade e os seus habitantes vivem em razão do trabalho e sonhando com um futuro de felicidade. Até que uma crise, causada pelos seus próprios dirigentes, se abate sobre essa metrópole, ameaçando a ordem estabelecida e obrigando a criação do “mais avançado artefato da tecnologia humana”: A Bolha – que do céu vigiará tudo e todos, para manter as coisas como sempre foram. O poder do mercado e o controle das relações humanas exercido por ele são discutidos com um humor anárquico neste trabalho da Brava Companhia, construído para apresentação em rua ou espaços alternativos.

FICHA TÉCNICA

Criação: Brava Companhia / Direção: Fábio Resende e Ademir de Almeida / Dramaturgia: Fábio Resende e Ademir de Almeida / Atores: Cris Lima, Débora Torres, Henrique Alonso, Joel Carozzi, Luciana Gabriel,  Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro e Sérgio Carozzi / Reserva: Maxwell Raimundo / Cenários, adereços e figurinos: Cris Lima, Débora Torres, Joel Carozzi, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro e Sérgio Carozzi / Concepção Sonora: Brava Companhia / Programação Visual: Ademir de Almeida / Produção: Kátia Alves / Assistente de Produção: Luciana Gabriel e Max Raimundo / Texto/concepção: Brava Companhia / Trilha sonora: Brava Companhia

Duração: 90 min | Classificação etária: 18 | Gênero: Teatro de Rua

06/05 – 18H30 – ROTEIRO ESCRITO COM A PENA DA GALHOFA E A TINTA DO INCONFORMISMO – PAUSA CIA (SC)

Um cachorro manipulado arfa e sentencia: “A vida é boa!” No instante seguinte cai morto e, com ele, os atores Rodrigo Ferrarini, Renata Hardy, Pablito Kucarz e Andrea Obrecht igualmente desfalecem. Tal qual Brás Cubas, é pelo fim que começa[…]Roteiro Escrito com a Pena da Galhofa e a Tinta do Inconformismo, peça da Pausa Companhia,  foi feita a partir de contos e outros escritos de Machado de Assis. O roteiro final, assinado por Fernando Kinas, costura intervenções dos atores a contos como “Pai contra Mãe”, no qual um pai decide capturar uma escrava fugitiva grávida para sustentar o filho com a recompensa; e “Ideias de um Canário”, sobre uma ave que define o mundo a partir do pouco que vê.

FICHA TÉCNICA

Textos: Machado de Assis e Fernando Kinas/Roteiro: Fernando Kinas/Criação e Elenco: Pablito Kucarz, Renata Hardy, Rodrigo Ferrarini, Andrea Obrecht, Tatiana Blum (standing)/Preparação de Atores: Babaya/Iluminação: Nadja Naira/Operação de Luz: Nina Rosa/Direção Musical: Marcelo Torrone/Operação de Sonoplatia e Montagem: Anderson Quinsler/Cenário: Fernando Marés/Figurinos: Paulo Vinícius/Cenotécnico: Sérgio Richter/Videomaker: Fábio Allon/Assistente de Produção:Michele Menezes / ProCult/Voz Off: Luthero Almeida/Realização: Pausa Companhia de Teatro/Trilha sonora: Marcelo Torrone

Duração: 60 min | Classificação etária: Livre | Gênero: Comédia |Capacidade: 100 lugares

 

08/05 –18h30 – O QUE NOS MOVE / LASO CIA DE DANÇA (RJ)

“O que nos move” discute o movimento humano a partir do diálogo entre profundidade e superfície: de que modo experiências profundas como o desejo e o sonho se manifestam na superfície das coisas? O que diz a nossa pele sobre nossos desejos? O que velamos quando nos vestimos? E o que revelamos? Como a experiência do afeto modifica a nossa relação com os objetos ao redor? Estas e outras questões são desenvolvidas na peça a partir da interação com o cenário. Assim, o movimento, apesar de sua fugacidade, vai aos poucos tomando forma de registro, ideia reforçada pelo uso de gravação de imagens fora e dentro da cena, em tempo real, aproximando passado e presente, brincando com a memória dos acontecimentos e com a sua possibilidade de repetição.

FICHA TÉCNICA

Direção e concepção: Carlos Laerte / Intérpretes: Maria da Lapa, Kelly Anacleto, Suelen Oliveira , Thatila Paganotti, Tiago Oliveira,  Victor D’Olive e Lousianne Reis /Dança Contemporânea: Carlos Laerte / Maitre de Ballet: Rubens Rocha /Dramaturgia e consultoria: Rick Seabra / Pesquisa: Monique Assis, Marcelo Augusto / Seleção de textos: Carolina Maria e Carlos Laerte / Roteiro de imagens: Carlos Laerte / Produção de imagens: Caroline Carvalho e Leila Meireles / Edição de imagens: Ciro Kastrup / Cenografia: Gisele Leal e Laso Cia de Dança / Cenotécnico: Henrique de Sousa / Confecção de roupas cenário: Tojá  / Confecção de estrutura: Altamir Ribeiro / Figurino: Alessa e Laso Cia de Dança / Confecção de figurino: Casa da Alessa e Fábia Bié / Design de Luz: Irma Vidal / Trilha: Carlos Laerte e DJ Marcão / Fotografia: Vantoen Jr. / Direção de Produção: Leila Meireles

Duração: 1h | Classificação: livre | Gênero: Dança Contemporânea

08/05 – OFICINA – A ação teatral – do treinamento à cena (Grupo Teatro Torto/RS) – das 10h30 às 17h30

Ministrantes: Tatiana Cardoso e Marcelo Bulgarelli

Publico Alvo: atores

Carga horária: 6 horas

Nº máximo de participantes: 15

Colaborar no desenvolvimento profissional de jovens artistas, através da realização do workshop “A ação teatral”, oportunizando aos participantes o contato com as técnicas básicas de construção da ação física, necessárias para um ator, baseados no trabalho desenvolvido pelo Teatro Torto, como: princípios básicos da ação dentro do sistema de Biomecânica de  Meyerhold; dança dos ventos; resistência e samurai. A oficina será ministrada por Marcelo Bulgarelli e Tatiana Cardoso.

09/05 – 18H30 – DIA DESMANCHADO / GRUPO TEATRO TORTO (RS)

Um homem, exterminador de insetos, vive em sua casa,  mergulhado na banalidade de seu cotidiano, quando é surpreendido com a chegada da carta de uma mulher. A carta põe o homem em alerta, obrigando-o a ensaiar o esperado encontro, na tentativa de que nada fuja do seu controle. O encontro deve ser bem sucedido, pois não é sempre que o amor bate à sua porta. Nessa realidade de espera e angústia, onde o ensaio para o encontro é uma corrida contra um dia que avança sem piedade, o homem se vê magicamente contraído por outros aspectos do tempo. O dia do homem assim se desmancha em tempos incompossíveis e contraditórios, onde não se sabe ao certo o que é passado, presente ou futuro.

FICHA TÉCNICA

Direção e dramaturgia de ações: Tatiana Cardoso / Atuação: Marcelo Bulgarelli / Contrarregragem: Giovanna Alessandra Silva Zottis / Trilha sonora original: Jackson Zambelli e Sérgio Olivé / Bandoneón: Mano Monteiro  / Figurino: Teatro Torto / Cenário e objetos: Maíra Coelho / Pinturas: Carla Magalhães e Maíra Coelho / Iluminação: Joao Carlos Dadico / Operador de luz: Catarino Grosser Ferreira / Operadora de som: Patrícia Pacheco de Souza / Formação musical: Simone Rasslan / Arte visual: Ernani Chaves e Viviane Martins / Rádio: Heitor Schmidt / Fotos: Marcelo Amaral, Marco A. F. e Gerson de Oliveira / Produção e Realização: Teatro Torto

Duração: 55 min | Classificação: Livre | Gênero: Teatro Gestual

10/05 – 18H30 – CRU / CIA. PLÁGIO DE TEATRO (DF)

Em um açougue de beira de estrada em cidade do interior do Brasil, Cru narra a história de Cunha, um jagunço, e sua amiga de infância, o travesti Frutinha – que é, na verdade, a dona do açougue. Um forasteiro de nome Zé, vindo de Brasília, chega à localidade à procura de Cunha, de quem ouviu falar ser competente no que faz. Frutinha tenta arrancar o verdadeiro motivo da chegada de Zé, mas não consegue arrancar o segredo bem guardado. Finalmente, Zé e Cunha se encontram. Observados permanentemente por Frutinha, os dois acertam os detalhes do serviço a ser contratado. Durante a conversa que tem, lembranças, memórias e antigas dívidas vêm à tona, para desaguar num final que surpreende, pela violência e pela surpresa que provoca.

FICHA TÉCNICA

Texto: Alexandre Ribondi / Elenco: Sergio Sartório, Vinicius Ferreira e Chico Sant’anna / Técnicos: Daniela Vasconcelos e Alexandre Ribondi

Duração: 50 min | Classificação: 16 anos | Gênero: Drama

10/05 – OFICINA – Do Épico ao Dramático: A transposição de Gêneros como Instrumento de Confecção de Dramaturgia (Pequena Companhia de Teatro/MA) – das 10h30 às 17h30

Ministrante: Marcelo Flecha

Público Alvo: atores iniciantes

Carga horária: 6 horas

Nº máximo de participantes: 15

Introdução ao estudo dos princípios, métodos e técnicas de adaptação literária. Análise dos gêneros literários. Apresentação do processo de adaptação de Pai & Filho. Desenvolvimento de habilidades para a produção de dramaturgia. 

11/05 -18h30 – PAI E FILHO / PEQUENA COMPANHIA DE TEATRO (MA)

O espetáculo Pai & Filho utiliza uma linguagem crua e visceral para discutir as relações de poder, originadas na estrutura familiar e disseminadas na constituição sócio-cultural contemporânea. Na peça, um homem aprisionado e oprimido pelo poder do pai, procura enfrentá-lo, mas seu discurso não consegue quebrar a hierarquia familiar, impedindo que um diálogo aberto se estabeleça. A encenação disponibiliza um espaço para a discussão sobre o conflito de gerações e a relação de dependência utilizada no seio familiar como instrumento de poder.

FICHA TÉCNICA

Nome: PAI & FILHO, a partir da obra “Carta ao Pai”, de Franz Kafka / Encenação e Dramaturgia: Marcelo Flecha / Elenco: Pai – Cláudio Marconcine e Filho – Jorge Choairy / Produção Executiva e Percussão: Katia Lopes / Iluminação, Cenário e Figurino: Marcelo Flecha / Trilha Sonora e Assessoria de Imprensa: Jorge Choairy / Identidade Visual: Cláudio Marconcine / Operador de Luz e de Trilha Sonora: Marcelo Flecha / Pintura da Porta: José Moraes / Patina: Claúdio Jacaúna / Fotos Programa: Ayrton Valle / Registro fotográfico: André Lucap, Ayrton Valle, O grupo / Registro vídeográfico: Cláudio Marconcine / Eletricista: Manuel de Jesus / Marcenaria: Josenilson Cantanhede / Costureiras: Benedita Lima das Dores Martins e Iranilce Nogueira / Realização: PEQUENA COMPANHIA DE TEATRO

Duração: 60 min | Classificação: 14 anos | Gênero: Adulto |Capacidade: 100 lugares

12/05 – 18h30 -O CAMPO – DIREÇÃO: FELIPE VIDAL (RJ)

A peça apresenta uma relação triangular que espelha o jogo “pedra-papel- tesoura” – um jogo circular em que ninguém sai vencedor quando há três jogadores presentes: cada um representa um elemento diferente. Corinne (Flavia  Pucci)  e  seu  marido,  o  médico  Richard  (Adriano  Saboya),  se mudam da  cidade para  uma  casa no  campo.  Ele  tinha problemas  com drogas e prometeu à sua mulher que esta mudança seria um novo começo. A peça começa quando ele volta para casa à noite trazendo uma jovem desacordada (Gabriela Carneiro da Cunha), que ele diz ter encontrado na beira da estrada. Chamado às pressas para atender uma paciente, ele deixa Corinne a sós com a jovem. As cenas que seguem alternam a ausência de um dos personagens, deixando pistas e lacunas para o espectador tentar desvendar a relação que se dá entre os três.

FICHA TÉCNICA

Cenografia: Aurora Dos Campos / Figurino: Tarsila Takahashi / Iluminação: Tomás Ribas / Assistência de Direção e Programação Visual: Fernando Nicolau / Produção e Administração: João Braune – Fomenta / Idealização do Projeto: Felipe Vidal e Daniele Avila – Complexo Duplo / Realização: Projéteis – Cooperativa Carioca De Empreendedores Culturais

Duração: 85 min | Classificação: 16 anos | Gênero: Drama|Capacidade: 100 lugares

13/05 – 18H30 – ESCAPADA / CIA. MÁRIO NASCIMENTO (MG)

Escapada é a fuga do homem das grandes metrópoles, das massas humanas. É o homem psicologicamente e fisicamente sufocado. É o homem sem saída a procura de outro lugar. É fugir de si mesmo e dos seus fantasmas, da opressão tecnológica e do mundo moderno, da falta de tempo. ESCAPADA é o carona que não sabe para onde vai. É a visão e a perspectiva de personagens que se apresentam constantemente em fuga. Utilizando as possibilidades de um elenco que trabalha junto há três anos, a Cia. leva para cena dança música e teatro, além de momentos de pura improvisação.

FICHA TÉCNICA

Concepção e direção: Mário Nascimento / Coreografia: Mário Nascimento / Assistente de direção e coreografia: Rosa Antuña / Trilha sonora: Fábio Cardia / Trilha sonora ao vivo: Dan ty ba: Aretha Maciel

Derbak: Léo Garcia / Violões: André Rosa e Rafael Bittar / Voz e pandeiro: Rosa Antuña / Elenco: André Rosa, Aretha Maciel, Eliatrice Gischewski, Leo Garcia, Rafael Bittar, Rosa Antuña / Textos: Rosa Antuña

Correção do texto inglês: Magda Barreto Antuña / Professores e ensaiadores: Mário Nascimento e Rosa Antuña / Preparação teatral e vocal: Rosa Antuña  / Criação de luz: A Cia. / Produção de figurino: Mário Nascimento, a Cia. veste Ave Maria / Produção: Luciana Lanza (Fulôres Produções)

Duração: 60 min | Classificação: 14 anos | Gênero: Dança Contemporânea

14/05 – OFICINA – Danças Populares Brasileiras (Cia. Mário Nascimento / MG) 10h30 às 17h30

Ministrantes: Rafael Bittar

Publico Alvo: dançarinos e atores

Carga horária: 6h

Nº máximo de participantes: 15

 O Brasil é um país que se caracteriza pela não-homogeneidade de seu povo. Sua cultura é constituída pela miscigenação das influências de diversas etnias, principalmente a africana, portuguesa e indígena. Desse processo resulta-se, portanto, diferentes ritmos e danças, que vão do Sul ao Boi-bumbá no Norte.

A oficina de Danças Populares Brasileiras tem como objetivo oferecer a crianças e jovens em processo de formação fundamental, o despertar de uma consciência artística sobre a riqueza cultural de seu povo, embasado nas danças, músicas e festas populares, proporcionando uma visita lúdica às cinco regiões do país e suas manifestações folclóricas.

 15/05 – 18H30 – PÓLVORA E POESIA / HIPERATIVA COMUNICAÇÃO E CULTURA (BA)

Pólvora e Poesia vai além de uma história amorosa e estética de encontros e desencontros entre dois grandes escritores do final do Século XIX: Arthur Rimbaud e Paul Verlaine, vividos pelos atores Talis Castro e Caio Rodrigo, respectivamente. Rimbaud, um poeta rebelde, de ideologias que fervilham originalidade e personalidade, esfacela a todo instante o discurso socialmente arranjado de Verlaine. Com um texto impactante, a carga poética da peça fica por conta da violência emocional com que o lirismo salta dos discursos travados para tomar forma através de movimentos corporais pontuados pelos riffs de guitarra. O espetáculo convida-nos a uma imersão no que há de mais humano: o encontro conflituoso com o próprio eu.

FICHA TÉCNICA

Texto: Alcides Nogueira / Direção: Fernando Guerreiro / Assistente de direção e preparadora de elenco: Hilda Nascimento / Elenco: Caio Rodrigo e Talis Castro / Diretor Musical e Guitar Man: Juracy Do Amor / Iluminação: Irma Vidal / Cenografia: Rodrigo Frota / Figurino: Hamilton Lima / Assessoria Coreográfica: Lucas Tanajura / Fotógrafo: Maira Lins / Realização e produção: HIPERATIVA COMUNICAÇÃO E CULTURA

Duração: 60 min| Classificação: 18 anos | Gênero: Drama |Capacidade: 100 lugares

15/05 – Oficina – Um olhar sobre a Cultura Popular / GRUPO GRIAL DE DANÇA(PE) das 10h30 às 17h30

Ministrantes: Maria Paula Costa Rêgo e Grupo Grial

Publico Alvo: atores e dançarinos

Carga horária: 6h

Nº máximo de participantes: 15

A Cultura Popular é uma linguagem artística autônoma e pode servir de alicerce para a criação de técnicas variadas de dança capazes de se adequar à criação artística.

A prática e a teoria, nesta oficina, caminham paralelas. Noções sobre a linguagem da dança e a construção do movimento são temas trabalhados em conjunto com a prática de algumas danças tradicionais e suas reconstruções.

A proposta desta oficina é aproximar a cultura popular à criação coreográfica. Tornar o olhar, daquele que observa este universo, capaz de perceber os canais de possibilidades coreográficas contidas nas manifestações populares

16/05 – OFICINA TABERNA – uma “apresentificação” / Hiperativa Comunicação e Cultura (BA ) das 9h às 12h

Ministrantes: Caio Rodrigo e Talis Castro

Publico Alvo: Atores, bailarinos e escritores

Carga horária: 4h

Nº máximo de participantes: 12

A oficina será a montagem do Sarau Taberna – uma “apresentificação” – a ser apresentado no mesmo dia às 15h no Canto Poético do Espaço Cultural Escola SESC. Os participantes da oficina irão se apresentar no Sarau.

16/5– 15h Apresentação do Sarau Taberna – uma “apresentificação” / Hiperativa Comunicação e Cultura (BA)

Não há como perceber os elementos que tecem uma poesia sem estar imerso, sem estar por inteiro mergulhado na experiência da prática poética. Isto requer mais do que apenas ouvir, mais do que ler ou teorizar sobre os tempos, as regras, as permissões e interdições de cada época. Em TABERNA, teremos um recorte no espaço/tempo, oferecendo à platéia uma possibilidade de apreciar poesia degustando seus aspectos pela permissão de interpretá-las, por oferecermos elementos que ampliem a percepção para os detalhes da partitura, as nuances de cada palavra e suas cores, todas estas experiências utilizando o corpo como canal para expressão do sentido.

A platéia será implicada, comprometida, convidada a fazer parte da exploração que será proposta pelos atores, rompendo qualquer parede que formalize distanciamentos e, assim, todos estarão na TABERNA, farão parte dela, atemporais, assumindo serem também  malditos que precisam dizer o que sentem.

TABERNA é uma transgressão estabelecida pelos dois atores de Pólvora e Poesia.  Aquilo que está além da apresentação.  Uma “apresentificação” – apresenta porque identifica.

Duração: 60 min| Classificação: 14 anos | Gênero: Poesia |Capacidade: 20 lugares

 

16/05 – 18h30 e 20h (nesse dia serão oferecidas duas sessões do mesmo espetáculo) – TRAVESSIA / GRUPO GRIAL DE DANÇA (PE)

“Travessia” é um mergulho festivo na caminhada milenar da contação de histórias. No desejo de reforçar os elos que nos ligam às origens mais remotas da cultura brasileira, o Grial parte da “contação” inicial representada pelas pinturas e esculturas das nossas itaquatiaras (principalmente da Pedra do Ingá, no agreste paraibano), até chegar às versões mais recentes de histórias transmitidas pela oralidade e cuja autoria inicial se perdeu no tempo. Histórias que formam a nervura central da nossa personalidade criadora, cujos fios se estendem através das gerações e são ludicamente tecidos pelo Grial, que procura, por sua vez, encontrar novas possibilidades de contá-las, mantendo acesa a chama dessa tradição.

Duração: 50 min | Classificação: Livre | Gênero: Dança |Capacidade: 100 pessoas

17/05 – 15h – MENININHA / JLM EM COMPANHIA (RJ)

Entre canções para infância de Vinicius de Moraes, Toquinho e Chico Buarque,
uma menina e sua boneca vivem o ciclo de crescimento da “menininha” e sua “mãe” também menina.

FICHA TÉCNICA

Texto/concepção: Laura Castro e João Cícero / Direção: João Cícero / Supervisão: João das Neves / Consultoria em tatro de animação: Magda Modesto / Trilha sonora: Filipe Bernardo / Elenco: Laura Castro, Marta Nobrega e Filipe Bernardo / Técnicos: Rafael Bizzo e Renata Peralva

Duração: 50 min | Classificação: até 8 anos | Gênero: Musical Infantil |Capacidade: 100 lugares

17/05 – Oficina – Criação Coreográfica (Laso Cia de Dança/ RJ) – das 10h30 às 17h30

Ministrante: Carlos Laerte

Público Alvo: artistas, bailarinos, atores, músicos

Carga Horária: 6h

Nº máximo de participantes: 15

 Fazer com que o aluno desenvolva um novo olhar sobre o seu movimento e crie através de outras perspectivas células de movimento próprias. Durante este processo trará à tona todos os segmentos que vêem junto com o movimento em si: a dramaturgia do corpo, subjetividade, o entendimento da narrativa coreográfica, o tempo e o seu lugar no espaço, sozinho ou não, sua estrutura técnica e o porquê do processo de criação coreográfica. Desconstruindo as técnicas já presentes e partindo de uma estrutura sólida de uma dança tradicional com códigos já estabelecidos, serão elaborados exercícios atraindo novos caminhos coreográficos, fazendo um contraponto destes universos e ao mesmo tempo a unificação deles, mostrando a importância desta solidez, mas ao mesmo tempo o desapego do mesmo.

18/05 – 18h30 – CABEÇÃO DE NEGO / LASO CIA. DE DANÇA (RJ)

O espetáculo traz ao palco uma reflexão provocativa sobre as mudanças tecnológicas e sociais causadas pela nova era Cyber Digital. O título Cabeção de Nego refere-se a essa explosão, ao grande boom tecnológico causador de profundas, inquietantes e inesperadas alterações sociais. De que forma o homem vivencia este novo universo digital? O presente espetáculo possibilita questões sobre a riqueza da possibilidade do repertório corporal de nossa dança e do mundo de aparências que parece se anunciar como medida primeira para os jovens. A atávica noção de cabeção de nego tanto reporta a uma possibilidade de intensa vivência inesperada como a leitura do ser humano como refugo observado pelo capitalismo tardio.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral e artística: Carlos Laerte / Direção de Produção: Leila Meireles / Elenco: Maria da Lapa, Kelly Anacleto, Suelen Oliveira, Thatila Paganotti, Tiago Oliveira Victor D’Olive e Lousianne Reis / Maitre de Ballet: Rubens Rocha / Dança Contemporânea: Carlos Laerte / Desenho de luz: Fernanda Mantovani / Pesquisa e Dramaturgia: Marcelo Augusto / Textos:  Victor D’Olive / Videoarte: Ciro Kastrup / Direção de Fotografia: Vantoen P. Jr. / Criação de Figurino: Mariana Sued / Assistente de figurino: Júlia Mello / Trilha sonora:  Luciano Salvador Bahia / Cenotécnico: Henrique de Souza / Tradução:  Chiara Mazzoni / Identidade Visual: Marcos Silveira e Sérgio Quadros

Duração: 60 min | Classificação: Livre | Gênero: Dança Contemporânea

18/05 – 19h30 –  PENSAMENTO GIRATÓRIO – ARTE E TECNOLOGIA: a influência da tecnologia nas relações estéticas e sociais do mundo contemporâneo / LASO CIA. DE DANÇA (RJ) + palestrante como mediador local

Como as artes se relacionam com a tecnologia? Através de quais canais o homem pode inserir o pensamento cyber digital no seu fazer criativo sem ser manipulado por essa ferramenta, usando a tecnologia a seu favor. Como o comportamento sócio cultural está sendo modificado pelo processo de informatização globalizada? O questionamento do virtual e real, de que forma o homem se vê diante destes dois universos.

19/05 – 18h30 – TEORIA DA INVOLUÇÃO / CIA Marta Bastos (RJ)

A natureza apresenta-se em eterna evolução. Partindo das sociedades primeiras a sociedade moderna, encontramos uma trajetória de diferentes técnicas, recursos e objetos. A Cultura – escopo social heterogêneo – endossa as diferentes realidades e valores veiculados, remetendo-se aos níveis de poder de cada grupo social. Assim, as culturas se chocam, se fundem, evoluem, retrocedem e transcendem seus valores iniciais. “Teoria da INvolução”, busca a des-re-construção de ideologias e produtos sócio-culturais . Com marco inicial no final da década de 1980, a cultura das ruas, reinvidicadora de espaços, serve de base para a proposta coreográfica

 

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Marta Bastos /Concepção e Coreografia: Fernando Coolbano / Colaborador, Coreográfico e Ensaiador: Julio Rocha / Designer: Fernando Coolbano / Coordenador Técnico e Designer de luz: Julio Rocha / Sonoplastia: Fernando Coolbano

Apoio de Palco e Standing: Bruna Neves / Técnico Áudio e Vídeo: David Valcarcel / Técnico: Thiago Frazão /Bailarinos: Alessandra Peixoto, Jorge Tavares, Julio Rocha, Marcos Aprígio, Thiago Franco

Duração: 60 min | Classificação: 14 anos |Gênero: Dança

 

20/05 – Trocando em Miúdos (intercâmbio) entre Cia Marta Bastos (RJ) e a Cia. Laso de Dança (RJ) – integrante do circuito Palco Giratório 2012 – das 9h às 18h

 

Trocando em miúdos é uma atividade em que o grupo que está circulando nacionalmente com o seu trabalho pelo projeto Palco Giratório se encontra com um grupo local para trocarem experiências, conversarem sobre suas metodologias e procedimentos criativos. Participação restrita aos integrantes dos grupos, mas para assistir como ouvinte faça sua inscrição por telefone e/ou email.

 

20/05 – 17h – VILA TARSILA – CIA DRUW (SP)

Em um roteiro que valoriza o lúdico, “Vila Tarsila”  joga luzes nas memórias de infância de Tarsila do Amaral.  Miriam Druwe, em parceria com Cristiane Paoli Quito, transportam o espectador ao mundo antropofágico da artista, demonstrando que sua obra nasceu das experiências visuais, das inúmeras viagens realizadas e das brincadeiras que recheavam as tardes na fazenda onde vivia em Capivari, interior de São Paulo, onde podia correr livremente entre pedras, árvores, cactus e brincar com bonecas feitas de mato, em contraponto com a educação francesa que recebeu de seus pais.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral e Artística: Miriam Druwe/Concepção e criação: Miriam Druwe e Cristiane Paoli Quito/Roteiro e Direção Cênica:  Cristiane Paoli Quito/Interpretes – Adriana Guidotte,  Anderson Gouveia, Bruna Petito,  Elizandro Carneiro,  Luciana Paes,  Miriam Druwe, Tatiana Guimarães, Weidy Barbosa./Voz: Luciana Paes/Texto: Miriam Druwe/Cenário e figurino: Marco Lima/Desenho de luz: Marisa Bentivegna/Trilha sonora: Natália Mallo/Adereços e bonecos:  FCR produções artísticas/Vídeo Cenário:  Felipe Sztutman/Operador de Luz: Marcel Gilber/Realização: MIRIAM DRUWE PRODUÇÕES ARTÍSTICAS/Produção: RADAR CULTURAL – gestão e projetos/Direção de Produção: Solange Borelli/Produção Executiva: Selene Marinho

Duração: 60 min | Classificação: 5 anos |Gênero: Teatro-dança Infantil

22/05 – 18h30 – INSTANTÂNEOS – Cia. Dos Bondrés (RJ)

 

Instantâneos” é inspirado no Topeng – teatro/dança dos rituais de Bali – e no teatro popular brasileiro, mas avança para o futuro, respondendo às evoluções do espaço cênico de hoje. Investiga em sua encenação o princípio artesanal desses dois universos, suas cores vibrantes e seus ritmos tradicionais.

O espetáculo aborda o ser humano e suas relações através de situações cotidianas. No palco,   cinco atores vivem diferentes máscaras, revelando de forma simples e lúdica a maneira como habitamos o mundo. Instantes de vida…

Resultado de uma pesquisa sobre objeto manipulado, o cenário habita o palco de maneira ágil e lúdica. Objetos são manipulados, ora por varas, ora sobre rodas. Como o espetáculo não se fundamenta no uso de palavra e do diálogo, a música, tocada ao vivo, assume papel fundamental na narrativa, garantindo seu lugar junto aos atores. Instrumentos asiáticos como o gamelão e instrumentos brasileiros e africanos (cavaquinho, conga, alfaia e pandeiro,marimbas) se integram, propondo pesquisa de ritmos populares e criando uma orquestra de instrumentos tocados por músicos e também pelos atores.

 

FICHA TÉCNICA

Elenco (em revezamento): Fabianna de Mello e Souza, Flavia Lopes, Matheus lima, Lucas Oradovschi, Angelina Mello, Samantha Renó, Miguel Nogueira, Tomaz Nogueira / Trilha Sonora: Samantha Renó / Texto: Fabianna de Mello e Souza (Cia dos Bondrés)/ Direção: Fabianna de Mello e Souza / Cenário: Ivan Gil de Mello e Souza / Figurino: Tânia Tartarelli / Iluminação: Aurélio Simoni / Produção: José Carlos Della Vedova

Duração: 65 min | Classificação: Livre |Gênero: Teatro de Máscaras |Capacidade: 100 lugares

23/05 – 14H – LAMBE – LAMBE / CIA MÚTUA (RS) (Na Usina da Cidadania – Manguinhos – Esse espetáculo será específico para alunos e funcionários da Usina da Cidadania e para sócios do Clube de Espectadores*)

O “Teatro Lambe-Lambe” é uma caixa cênica em miniatura, independente e itinerante, onde são encenados espetáculos de teatro de bonecos, de curta duração, geralmente assistidos por uma ou duas pessoas em cada sessão. O nome “lambe-lambe” faz alusão às antigas máquinas fotográficas que povoaram as praças brasileiras no início do século XX.

Missiva- As mensagens em garrafas estão pelo mundo, jogadas ao sabor das ondas. Que fim elas levam…vão ao fundo ou encalham? São profundas ou ‘algo que as valham’? Espetáculo inspirado nessas garrafas sem destino, que navegam pelos mares à procura de alguém que as decifre. A história é encenada dentro de uma garrafa e o público é convidado a espiar pelo gargalo. Toda a estética foi concebida a partir das cartas, bilhetes e recados recebidos pela autora.

FICHA TÉCNICA:

Criação, roteiro, estética e animação: Mônica Longo/ Mecanismos e Iluminação: Guilherme Peixoto/ Sonoplastia: Fernando Spessatto/ Estrutura: Edson Wessler

Duração: 2 minutos | Indicação Etária: 10 anos

Miragem – Inspirada livremente no texto “La Sed”, de Rafael Curci, Miragem é uma reflexão sobre as diversas ‘sedes’ que o ser humano sente nos desertos da vida. “É a alma hoje que está tão deserta. Morre-se de sede.” Saint-Exupéry. E você, tem sede de quê?

FICHA TÉCNICA:

Criação, Roteiro e Animação: Guilherme Peixoto/ Esculturas, Figurino, e Estética: Mônica Longo/ Mecanismos e Iluminação: Guilherme Peixoto
Sonoplastia: Fernando Spessatto / Estrutura: Edson Wessler.         
Duração: 2 minutos | Indicação Etária: 12 anos

El Viaje – As viagens são um meio para quem procura a transformação. Mas paradoxalmente, essa transformação potencia nossa essência, aquilo que verdadeiramente somos. E é sempre o amor (à vida, à outra pessoa, a si próprio) que nos motiva. Espetáculo lambe-lambe inspirado livremente na canção infantil “Manuelita, la tortuga”, da autora argentina Maria Elena Walsh.

FICHA TÉCNICA:

Criação, roteiro, estética e animação: Laura Correa/ Acabamentos estéticos: Mônica Longo/ Mecanismos e Iluminação: Guilherme Peixoto

Estrutura: Marcelo Melo/Música: “Nostalgias” de Juan Carlos Cobián e “Adiós Nonino” de Astor Piazzola

Duração: 4 minutos |Indicação etária: 10 anos

*Serão disponibilizadas somente 20 vagas para os sócios do Clube de Espectadores que deverão se inscrever previamente pelo telefone 3214-7404.

24/05 – 15h – UM PRÍNCIPE CHAMADO EXUPERY / CIA MÚTIA (SC)

Exupéry é um jovem e destemido aviador. Ele e seus amigos, que juntos formam “os cavaleiros do céu”, enfrentam o mar, o céu e o ar; a noite, o deserto, as montanhas e as tempestades para cumprir seu ofício: transportar o correio aéreo. Essa vida de perigo, mistério e aventura inspira Exupéry a começar a escrever sua obra.
Espetáculo de teatro de animação inspirado na vida do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, entre 1926 e 1944, quando antes de ter-se tornado conhecido mundialmente por seu romance “O Pequeno Príncipe”, Saint-Exupéry trabalhou para a Companhia de Correio Aéreo Aéropostale. E numa época em que os aviões eram quase de papel, entregava cartas em escalas de vôos diários, que se estendiam pela Europa, África e América do Sul. Uma de suas escalas era na praia do Campeche, em Florianópolis, local onde ele ficou eternizado como “Zéperri”.

FICHA TÉCNICA

Texto/concepção: Mônica Longo, Guilherme Peixoto e Willian Sieverdt/Direção: Willian Sieverdt/Trilha sonora: Guilhermo Santiago e Paulo Zanny/Cenografia: Jaime Pinheiro/Mecanismos: Paulo Nazareno/Figurinos: Lenita Novaes/Desenhos: Marcos Leal/Escultura de Bonecos: Mônica Longo/Pintura de Bonecos: Luiz Carlos Vigarani/Preparação de Atores: Angela Finardi/Consultoria de Pesquisa: Mônica Cristina Corrêa/Design Gráfico: Leandro De Maman/Pesquisa, Produção e Realização: Cia Mútua/Elenco: Mônica Longo (DRT 7130-SC) e Guilherme Peixoto (DRT 7129-SC)/Técnicos: Luis Melo, Laura Correa e Fernando Honorato.

Duração: 50 min | Classificação:  8 anos | Gênero: Animação Adulto |Capacidade: 100 lugares

25/05 – 18h30 – MULHER SEM UMBIGO / Direção: Guilherme Siman

Imagina uma pessoa que nasceu sem umbigo e não sabe por que nasceu sem umbigo. Ela até perguntou pra mãe, mas, sabe como é mãe; começou a chorar imediatamente e não esclareceu nada. Agora imagina que essa pessoa, além de tudo, é uma mulher de vinte e poucos anos. Uma pós-adolescente. E imagina que ela tem quarenta e poucos minutos sozinha num palco, pra fazer e falar o que der vontade. O centro das atenções é alguém sem centro. A mulher sem umbigo é o umbigo do mundo. Que tipo de trauma uma figura cria quando não tem a primeira marca? O que se faz para compensar a falta de umbigo? Uma mulher doida como qualquer outra. Um pouco mais, mas com uma boa desculpa.

FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Guilherme Siman / Interpretação: Maria Clara Horta / Fotos: Guilherme Carvalho /Iluminação, trilha sonora, cenário e figurino: Cia. Térmica de Teatro.

Duração: 50 min | Classificação: 14 anos| Gênero: Comédia |Capacidade: 40 lugares

26/05 – 18h30 – OXIGÊNIO / COMPANHIA BRASILEIRA DE TEATRO (PR)

A trama parte de um crime passional. Um homem, acusado pelo assassinato da própria mulher, é condenado, juntamente com sua amante. A partir desta fábula, começa uma discussão, polêmica e poética, sobre dramas de uma geração e o que é o “oxigênio” de cada um de nós.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Patrícia Kamis e Rodrigo Bolzan / Músico: Gabriel Schwartz e Vadeco / Texto: Ivan Viripaev / Tradução: Irina Starostina e Giovana Soar / Direção: Marcio Abreu / Trilha sonora: Gabriel Schwartz / Iluminação: Nadja Naira / Cenário: Fernando Marés / Figurino: Ranieri Gonzalez / Cenotécnico: Sérgio Richter / Design Gráfico: Adriana Alegria / Fotografia: Elenize Dezgeniski / Assessoria de Imprensa: F C comunicação / Contra-regras: Josiel Paris / Diretora de Produção: Giovana Soar / Produção Executiva: Cássia Damasceno / Criação e Realização: companhia brasileira de teatro

Duração: 80 min | Classificação: 12 anos | Gênero: Drama Contemporâneo |Capacidade: 100 lugares

27/05 – 18h30 – O AMOR DE CLOTILDE POR UM CERTO LEANDRO DANTAS/ Trupe Ensaia Aqui e Acolá (PE)

A peça é livremente inspirada no folhetim de Carneiro Vilela, “A emparedada da Rua Nova”, que dá conta da história de uma moça que teria sido, segundo diz a lenda, emparedada viva pelo próprio pai depois que este descobrira sua gravidez escondida, na Recife do final do século XIX. Na versão teatral da Trupe Ensaia Aqui e Acolá os elementos que renderiam um melodrama de circo ganham delicioso contorno paródico, através do contraste entre um gênero sério e seu tratamento em chave cômica. Referências à cultura pop dão o sabor desta comédia que resgata o conto do imaginário popular para fazê-lo reviver de maneira crítica e bem humorada.

FICHA TÉCNICA:

Texto/Adaptação: Trupe Ensaia Aqui e Acolá / Encenação: Jorge de Paula Direção de Atores: Ceronha Pontes / Figurinos: Marcondes Lima / Maquiagem: Trupe Ensaia Aqui e Acolá / Assessoria Ana Medeiros / Cenografia: Jorge de Paula / Trilha sonora: Trupe Ensaia Aqui e Acolá / Elenco: Andréa Rosa, Andrea Veruska, Iara Campos, Jorge de Paula, Marcelo Oliveira e Tatto Medinni/ Iluminação: Sávio Uchôa/ Operação de luz: Sávio Uchôa e Dado Sodi/ Operação de som: Juliana Montenegro / Produção Executiva: Karla Martins e Juliana Montenegro.

Duração: 90 Minutos | Classificação: 12 anos | Gênero: Comédia |Capacidade: 100 lugares

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